Depoimento da Sr.ª Maria Lucinda Pascoal, sobre técnicas de destilação utilizando a alquitarra.
Este vídeo integra a componente visual do artigo intitulado “Alambiques e Alquitarras. Processos tradicionais de destilação, pp. 42-59″, Revista Memória Rural nº 8, da autoria de Rodolfo Manaia.
Pretendeu-se fazer o registo das técnicas de destilação tradicionais através dos artefactos mais comuns para o efeito, na região transmontana, o alambique e a alquitarra, abordando as suas especificidades intrínsecas, recorrendo a casos concretos de uso no concelho de Carrazeda de Ansiães.
A destilação para a obtenção de aguardente trata-se de uma atividade secular, com fortes raízes no território, indissociável da cultura da vinha, que marcou o tempo e a cultura das gentes locais.Um dos alambiques apresentados corresponde a um exemplo paradigmático de uma estrutura edificada para esta finalidade.
Efetuou-se o registo de pormenores referentes a esta estrutura em particular, bem como de alguns aspetos que marcam a memória do quotidiano local. Recorreu-se aos testemunhos fornecidos pelo Sr. António Carvalho e Sr. Adriano Carvalho, netos do primeiro proprietário, que operaram no alambique.
Relativamente às técnicas de destilação utilizando a alquitarra, foi realizada uma entrevista à Sra. Maria Lucinda Pascoal (M.L.P.), de 80 anos, atual proprietária do engenho que fora adquirido pelos seus pais na década de cinquenta do século XX, que esteve em atividade na aldeia do Amedo
Este vídeo integra a componente visual do artigo intitulado “Alambiques e Alquitarras. Processos tradicionais de destilação, pp. 42-59″, Revista Memória Rural nº 8, da autoria de Rodolfo Manaia.
Depoimentos de Maria Lucinda Pascoal.