O processo de inventariação do Património Cultural Imaterial. A experiência da zona Norte de Portugal

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Cidália Duarte

Resumo

O processo de Inventariação do Património Cultural Imaterial em Portugal encontra-se regulamentado, existindo apenas um Catálogo considerado oficial – o Matriz InPCI. A inserção de uma manifestação cultural no Inventário Nacional é precedida de um pedido e subsequente apreciação por um conjunto de entidades, seguido de despacho final da Direção Geraldo Património Cultural e publicação em Diário da República. Com poucos anos de existência, a legislação nacional viu crescer a vontade de patrimonialização de manifestações culturaisde carácter imaterial, por todo o território, encontrando-se num ponto de necessária viragem, com urgência de adoção de metodologias mais céleres e de maior proximidade. Neste artigo é exposta a experiência da zona norte do país neste processo, entre os anos de 2016 e 2018.

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Como Citar
Duarte, Cidália. «O Processo De inventariação Do Património Cultural Imaterial. A Experiência Da Zona Norte De Portugal». Revista Memória Rural 1, no. 1 (Novembro 24, 2018): 17-25. Acedido Fevereiro 19, 2020. https://museudamemoriarural.pt/revistamemoriarural/index.php/revista/article/view/15.
Secção
Artigos da revista nº 1
Biografia Autor

Cidália Duarte, Direção Regional de Cultura do Norte

Técnica Superior da Direção Regional de Cultura do Norte. Fez os seus estudos em História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e o Mestrado em Antropologia na Universidade de Alberta, Canadá. Nos últimos dois anos, assegurou o trabalho da Direção Regional de Cultura do Norte na área do acompanhamento dos processos de inventariação do Património Cultural Imaterial