Continuidade e mudança nas festas de São Sebastião em Barroso

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

João Azenha da Rocha
José Filipe Sepúlveda

Resumo

No planalto sul da serra de Barroso, onde Trás-os-Montes liga ao Minho, confluem modos de produção e também cultos associados aos ciclos agrários e pastoris. As festas de São Sebastião neste território são intercaladas por factores diversos que conduzem a alterações cíclicas em certos aspectos do cerimonial, que assim é constantemente recriado. As mudanças ocorrem, têm origem em dissidências, em conflitos derivados das desigualdades presentes em todas as sociedades. A dinâmica de mudança é geradora de informação significativa, dado que os momentos de estabilidade são ténues e fugazes. Neste artigo comparamos três lugares de celebração do Mártir, seleccionados pela sua proximidade e relevância, revisitando outros territórios com festas da mesma invocação.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Como Citar
Rocha, João Azenha da, e José Filipe Sepúlveda. «Continuidade E mudança Nas Festas De São Sebastião Em Barroso». Revista Memória Rural, no. 2 (Janeiro 20, 2020): 124-145. Acedido Fevereiro 20, 2020. https://museudamemoriarural.pt/revistamemoriarural/index.php/revista/article/view/58.
Secção
Artigos da revista número 2
Biografias Autor

João Azenha da Rocha, Ecomuseu de Barroso

Conservador do Ecomuseu de Barroso (coordenador da Casa do Capitão, Salto) na Câmara Municipal de Montalegre, mestre em Museologia e Património, doutorando em Antropologia (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa).

José Filipe Sepúlveda, Fotógrafo

Fotógrafo, atento à genuinidade dos usos, costumes e tradições de Barroso, tem captado desde 2010 momentos desta região e das suas gentes