“Onde há galo não cantam galinhas”

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Carlos d’Abreu
Carlos Medina

Resumo

Animais de capoeira foram desce sempre companheiros assíduos do homem e da mulher do mundo rural. As culturas populares apropriaram-se ao longo dos séculos de um riquíssimo e diversificado valor simbólico do galo e das galinhas, cujo sentido se exprime sobre a forma de refrãos, provérbios, adivinhas, práticas devocionais, cantigas, lendas, etc. Neste texto o autor recolhe uma estória verdadeira passada na aldeia da Lousa, e a partir dela expõe um conjunto de elementos associados ao galo e às galinhas que integram o imaginário popular desta aldeia duriense. Ao texto associam-se ilustrações do artista Carlos Medina.

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Como Citar
d’Abreu, Carlos, e Carlos Medina. «“Onde Há Galo não Cantam galinhas”». Revista Memória Rural, no. 2 (Janeiro 20, 2020): 212-223. Acedido Fevereiro 21, 2020. https://museudamemoriarural.pt/revistamemoriarural/index.php/revista/article/view/65.
Secção
Artigos da revista número 2
Biografia Autor

Carlos d’Abreu, Geógrafo

Geógrafo (USAL); Pró-associação Carava Ibérica