Modo de confeção dos tradicionais folares doces e de carne de Carrazeda de Ansiães

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Em Carrazeda de Ansiães, e particularmente na aldeia de Parambos, o folar é muito mais do que um alimento: é um símbolo vivo de tradição, identidade e partilha comunitária.
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Adriano
Este vídeo integra a componente visual do artigo intitulado “Alambiques e Alquitarras. Processos tradicionais de destilação, pp. 42-59″, Revista Memória Rural nº 8, da autoria de Rodolfo Manaia.
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Marialuciapascoal
Este vídeo integra a componente visual do artigo intitulado “Alambiques e Alquitarras. Processos tradicionais de destilação, pp. 42-59″, Revista Memória Rural nº 8, da autoria de Rodolfo Manaia.
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Dscf0181
Na atualidade talvez se possa contar pelos dedos das mãos os artesãos albardeiros em atividade no nosso país. Os que ainda fazem obra bem podem ser considerados os últimos resistentes de uma arte antiga, mas já absolutamente moribunda.
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O vídeo foi produzido para o Museu da Memória Rural de Carrazeda de Ansiães, fazendo parte do discurso museográfico que integra a “Sala da Lã” daquela estrutura cultural.
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O barro era arrancado na profundidade dos terrenos argilosos que se desenvolvem à volta das localidades de Marzagão e Luzelos e conduzido em carros de bois para as telheiras onde era depositado nos pios.Depois eram os pés e as mãos numa tarefa árdua a construir o ganha pão.
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Depoimentos de um antigo moleiro que trabalhou na Ribeira do Couto, Vilarinho da Castanheira, Carrazeda de Ansiães.
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A pesca tradicional no rio Douro sempre foi um complemento económico para algumas famílias que habitavam a zona ribeirinha. O barco em madeira era o instrumento fundamental do pescador, sendo usado para a pesca e também...
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Cada aldeia possuía o seu ferrador, porque o gado cavalar, até meados do século XX, era do mais vantajoso e generalizado em todas as regiões de Portugal. A profissão de ferrador estava muitas vezes associada à de ferreiro, que na sua oficina forjava as ferraduras adaptadas às características de cada animal.
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A farinha que já se encontra na masseira é misturada com água morna à qual foi adicionado o fermento. Este era obtido através da massa já levedada da fornada anterior. tarefa de amassar dura no mínimo 20 minutos terminando...
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Sentado no seu cavalete o canastreiro apara a última cavaca. É agora a altura de começar a tecer. No chão, sobre uma tábua, dispõe 5 cavacas ao comprido e 6, 7 ou 8 perpendicularmente. No topo uma fina corda amarra o conjunto e a obra, a pouco e pouco, começa a nascer.
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